As mulheres no futebol



O futebol feminino evoluiu junto com as mulheres, que lutaram e lutam para conquistar direitos e quem sabe um dia até a igualdade de gênero (significa que homens e mulheres devem ter os mesmos direitos e deveres).



Copa do Mundo da Fifa transmitida em rede aberta com alta audiência, visibilidade e grandes destaques são só algumas das conquistas atuais das mulheres no futebol que abrem espaço de empoderamento para mulheres em diversos meios de comunicação discutindo assédio, igualdade e representatividade como nunca.

No Brasil e no mundo, historicamente, mulheres e futebol foram compreendidos como dicotomias, que foram colocados em lados opostos e não complementares, já que, clichês como “futebol é para homens” ou “mulher não sabe jogar bola” foram aceitos como absolutas verdades por muito tempo

Futebol não ser coisa de mulher nem sempre foi apenas preconceito. Já foi lei! O decreto de número 3.199, de 1941, criou o Conselho Nacional de Desportos, que no artigo 41 trazia o seguinte texto: "Às mulheres não se permitirá a prática de desportos incompatíveis com as condições de sua natureza". Quatro anos depois, a restrição foi mais específica. O regime militar proibiu literalmente a prática feminina de lutas de qualquer natureza, futebol, futebol de salão, futebol de praia, polo, halterofilismo e beisebol. Em 1979, as

proibições foram revogadas, e as primeiras ligas surgiram de forma legalizada.


Hoje felizmente, o incentivo das marcas no futebol feminino e o apoio de algumas marcas famosas como a campanha “É Coisa Nossa”, do Guaraná Antarctica estimulam as mulheres em campo.


Há também o projeto sem fins lucrativos Joga Miga (#JogaMiga), que reúne mulheres para jogar futebol. Um lugar para mulheres começarem a jogar futebol feminino e, mais que isso, uma escolinha de futebol feminino.


Que nos próximos anos possamos ver florescer e se consolidar um novo mercado e uma nova postura de marcas e pessoas.

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